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Imperativo

Tudo o que eu quero é me dispersar pela vastidão do tempo e do fenecer; como nuvem, sem forma, estar acima, à deriva, e, embaixo, em cada gesto; despejar-me pelos telhados carcomidos, escorrer pelas sarjetas e bueiros e infiltrar o solo áspero, duro, insensível, até desaparecer.

Civilização do Amor

Penso que não seja necessário entrar em nenhuma fonte do rejuvenescimento, muito menos querer aparentar uma idade que não temos; devemos, pois, buscar no recôndito de nossa alma a essência da vida, reconstituir em nós a chama da esperança, a alegria sincera e espontânea da criança que há dentro de cada um de nós, pois com certeza debaixo do pó e dos escombros do coração humano ainda encontraremos os resquícios de uma esplendorosa civilização.



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