Uma floresta densa, escura, cheia de mistérios e perigos. Uma trilha estreita, tortuosa, que desfaz o juízo e dilacera a alma. Animais selvagens à espreita; clima inóspito, sem fogo nem abrigo. Lugar onde se entra, e apenas isso.
Quero escrever um poeminha à toa, um poeminha vagabundo, desses que não dizem nada, que estão aí só por estar, sem pretensão alguma, sem razão de ser: — Que poeminha bom é estar junto a você! —
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