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Imperativo

Tudo o que eu quero é me dispersar pela vastidão do tempo e do fenecer; como nuvem, sem forma, estar acima, à deriva, e, embaixo, em cada gesto; despejar-me pelos telhados carcomidos, escorrer pelas sarjetas e bueiros e infiltrar o solo áspero, duro, insensível, até desaparecer.

Navegar

O homem entregue, sozinho, às suas próprias intempéries tende a soçobrar. Porém, o que não podemos negar é que cada um luta a sua própria batalha existencial. Não há muito o que se fazer, neste sentido, pelo próximo.


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