Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Marília de si mesma

Nem de Dirceu, nem de Tomás,
nem de Bocage…

Marília mudou; os tempos mudaram.
Ela pode, agora, fazer suas próprias escolhas,
ser aquilo que quiser.
Marília é um universo;
Marília é independente;
Marília é uma mulher
despida do ideal e dos devaneios da paixão,
um ser que possui vícios e virtudes,
que comete erros e acertos,
que se apaixona, sofre e se arrepende.

… Marília — agora e para sempre —
de si mesma, e de mais ninguém.



Comentários

Compartilhe:

Sugestões para você

Carregando…