Marília de si mesma

Nem de Dirceu, nem de Tomás,
nem de Bocage…

Marília mudou; os tempos mudaram.
Ela pode, agora, fazer suas próprias escolhas,
ser aquilo que quiser.
Marília é um universo;
Marília é independente;
Marília é uma mulher
despida do ideal e dos devaneios da paixão,
um ser que possui vícios e virtudes,
que comete erros e acertos,
que se apaixona, sofre e se arrepende.

… Marília — agora e para sempre —
de si mesma, e de mais ninguém.



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