Resisti por resistir, por vontade de viver um pouco mais e apenas isso. Não houve epifania, entrega, súplica ou qualquer tipo de consolo. Silêncio e medo, como companheiras, e a teimosia, claudicante, única.
Uma avenida de ipês amarelos; um coreto com peixinhos coloridos; vários restaurantes e muita água rolando por baixo de uma velha ponte; uma igreja centenária com suas colunas e altares laterais; um coração de fumaça desfazendo-se num céu de brigadeiro; um gole de cachaça, um cafézinho e um copo de garapa; um colégio e seu porão; uma estação de trem chamada vida; uma terra de amores, sonhos e alegrias…
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