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Imperativo

Tudo o que eu quero é me dispersar pela vastidão do tempo e do fenecer; como nuvem, sem forma, estar acima, à deriva, e, embaixo, em cada gesto; despejar-me pelos telhados carcomidos, escorrer pelas sarjetas e bueiros e infiltrar o solo áspero, duro, insensível, até desaparecer.

guerras secretas

Vestida para matar,
ela cultiva a melancolia,
a loucura, a ira,
a Esperança Radioativa.

Mesmo vagando por um mundo de conformismo e falta de imaginação,
nada a impede de fazer o que quer,
de ser simplesmente sonho, desejo, realidade.




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