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Ver demais

Veredas tropicais: palmeiras, samambaias, musgo delicado, esmeraldas e muita selva e seiva entre nós. Ver-te todo dia, ver-te nunca mais. Verdades escondidas, vertentes do querer. Veraneio, praia e sol. Um verdejar tardio: agitação sobre a copa das árvores, chuva intempestiva e o verde dos teus olhos ainda em mim.

Bossa...

Eu canto
um canto triste,
cheio de saudade.
Não tenho um cantinho que seja só meu,
nem mesmo tenho um violão;
só o que me resta são os meus versos.

Carrego comigo um sentimento sem nome,
um aperto, um descontentamento,
uma devoção perpétua aos filósofos e poetas nascidos para cantar a tragédia da condição humana.

Eu desafino ao ver o sonho dilacerado,
desafino ao sentir a relva molhada,
o musgo frio, a lua, o abismo, o nada.

Palpitações, euforia, desejo, loucura e estranhamento;
efêmeros cânticos que me levam à eternidade.




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