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Mostrando postagens de dezembro, 2014

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Pedestal

Forjada no olhar, do querer impaciente: estátua de mármore, fria, dura, gente. Moldada pra durar, pra caber no sonho, no desejo de alguém. Sem nome, sem lugar, apenas serva das vontades. Um riacho sereno, flores ao redor de tanta incompreensão, do férreo escrutínio alheio. E o tempo, imperioso, faz da matéria inerte corpo consciente, e da água contida, vida sem corrente. Não há mais represas ou moldes, altares, pedestais ou roteiros. Só o mover-se, contínuo, livre, sem medo.

O Andarilho e a sua Sombra

Uma busca infinita

Pés na Estrada

Estado latente

Ojeriza

Ignaro Brasil

Debalde

Futuro

Moinhos de vento...

Another brick in the wall

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