Resisti por resistir, por vontade de viver um pouco mais e apenas isso. Não houve epifania, entrega, súplica ou qualquer tipo de consolo. Silêncio e medo, como companheiras, e a teimosia, claudicante, única.
Oh, Edith, não, eu não me arrependo de nada. A vida, esta belle chanson, fugidia e efêmera, não deve ser preenchida por lamentos daquilo que poderia ter sido e não foi. A hora da estrela sempre chega um dia... Melhor olvidar as mágoas, viver plenamente, sem histeria. Nem tudo podemos consertar. O destino é cego. C'est la vie!
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