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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

A Morte da Arte!?

Tolos! Eis o que vós sois:
Engodo artístico, decomposição e nada.

Esqueceram-se da tradição
e destruíram tudo o que encontraram;
mergulhados em um luto permanente,
abandonaram de uma vez o culto ao belo.

Artistas infantilizados produzem a sua arte “inovadora”:
transgredir por transgredir, desconstruir por desconstruir.
Conservar é, para eles, um verbo abominável.
Porém, muito mais abominável ainda é “arte” que produzem.



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