Imperativo
Tudo o que eu quero é me dispersar pela vastidão do tempo e do fenecer; como nuvem, sem forma, estar acima, à deriva, e, embaixo, em cada gesto; despejar-me pelos telhados carcomidos, escorrer pelas sarjetas e bueiros e infiltrar o solo áspero, duro, insensível, até desaparecer.

É uma de minhas músicas favoritas! Muito bom vê-la aqui! Estou seguindo seu blog. Aproveite e visite www.imperatoregiuliocesare.blogspot.com. Um abraço, Cezar.
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