Resisti por resistir, por vontade de viver um pouco mais e apenas isso. Não houve epifania, entrega, súplica ou qualquer tipo de consolo. Silêncio e medo, como companheiras, e a teimosia, claudicante, única.
No oceano das minhas lamentações, eu me afogo. No labirinto dos meus pensamentos, eu me perco. No abismo dos meus sentimentos, eu desabo. Na areia movediça das falsas ilusões, eu me afundo. Numa vida repleta de sonhos, eu me refugio. Somente na Verdade, eu me encontro.
Linda poesia!
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