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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Na insana bruma leve...

Nevoeiro nas mentes:
homens perambulam, perdidos,
exclamando certezas morais,
iluminações políticas;
há algo de muito errado no paraíso outrora tropical.
Eclipse das mentes, endurecimento dos corações,
tudo envolto em trevas, ignorância e medo.
Paira no ar uma vontade de exterminar o diferente,
de acabar com qualquer dissenso,
de ser mais um na multidão.
Cheiro pútrido de glórias passadas,
um misto de estupidez, ressentimento e rancor.

Simplesmente, não sonhe nem mesmo um pequeno sonho comigo.

Há um quê de fingimento em toda alegria;
há muita sinceridade em cada pequena dor.




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