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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Incivilização

Nas asas da loucura,
seguindo na contramão,
eu estou à beira do meu leito,
quase caindo em mim,
quase achando alguma solução.

Todo dia, as mesmas notícias:
necrose, ignorância e incivilização.

Tomo mais um trago desse mal ardente;
em devaneio, penso no próximo carnaval.

Não quero mais isso
nem quero mais aquilo.

Anacronicamente, e de uma vitrola improvável,
ouço a voz renitente de Sérgio Sampaio:
“silêncio na tarde dos homens, silêncio”




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