Uma floresta densa, escura, cheia de mistérios e perigos. Uma trilha estreita, tortuosa, que desfaz o juízo e dilacera a alma. Animais selvagens à espreita; clima inóspito, sem fogo nem abrigo. Lugar onde se entra, e apenas isso.
Desafiar
o canto da sereia do conformismo. Ser aquilo que se é, e não aquilo que os
outros gostariam que você fosse. Viver no real, na concretude do cotidiano, por
mais tedioso que ele possa muitas vezes ser. Fugir de idealizações e abstrações
que não nos levam a nada. Olhar uma árvore e ver uma árvore. Não ir além nem
ficar aquém. Despir-se de um eu velho e carcomido. Mirar-se no espelho, sem
medo. Ver. Pensar. Ser.
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