Voltar às coisas mesmas

Desafiar o canto da sereia do conformismo.
Ser aquilo que se é, e não aquilo que os outros gostariam que você fosse.
Viver no real, na concretude do cotidiano, por mais tedioso que ele possa, muitas vezes, ser.
Fugir de idealizações e abstrações que não nos levam a nada.
Olhar uma árvore e ver uma árvore.
Não ir além nem ficar aquém.
Despir-se de um eu velho e carcomido.
Mirar-se no espelho, sem medo.
Ver. Pensar. Ser.

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