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Presença

Ainda posso sentir na pele as suas palavras, o eco subterrâneo que me atravessou, passos apressados no horizonte. Horizonte indefinido, presença incorpórea, partículas de poeira na luz tênue da manhã. Amanhecer lento, desnudo e imperioso. Respiro fundo. Na superfície, as marcas. O contorno exato daquilo que não ficou.

Escriba moderno

Tabuletas de argila,
pergaminhos esquecidos,
códices medievais,
livros impressos,
eis um mundo redescoberto.

Jornais, revistas, panfletos;
uma profusão de palavras e significados.
Bits e bytes, blogs e redes – acesso instantâneo;
o leitor transubstanciado em autor,
uma democracia conturbada.
– Como cansa tudo isso!

Ah, os clássicos, um acesso ao passado,
uma luz para o futuro.


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