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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Nefelibatas & Selenitas

Mesmo nos ares, distraído, sonhando acordado,
eu fito continuamente o abismo.

Dentro da casa do claustrofóbico saber,
um quê de irremediável agonia.

Ah, uma janela, ei-la:
uma abertura para o infinito não-ser.

Debruço-me sobre ela, ébrio,
e pressinto sensações multicolores,
um esmorecimento da lógica e da razão.

Nuvens, luas de Saturno, véus e cristais,
ledos crisântemos e pássaros de fogo,
cataratas, valsas, principados,
amores, fogos-fátuos e fiordes…



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