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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Relvado

Quero encher o seu cabelo de flores,

fazer do meu empedernido coração

um quê de louvor e prece;

diante da relva molhada,

quem sabe numa manhã emoldurada,

transladar argênteo sonho,

jovial e alvissareiro,

para o mundo cá em baixo;

ouvir sua voz edulcorada,

sentir seus dedos deslizando suavemente,

ousadamente...


Uma doce sensação, mistério e paixão;

eco renitente de uma antiga (e sempre nova) rima.




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