Relvado

Quero encher o seu cabelo de flores,

fazer do meu empedernido coração

um quê de louvor e prece;

diante da relva molhada,

quem sabe numa manhã emoldurada,

transladar argênteo sonho,

jovial e alvissareiro,

para o mundo cá em baixo;

ouvir sua voz edulcorada,

sentir seus dedos deslizando suavemente,

ousadamente...


Uma doce sensação, mistério e paixão;

eco renitente de uma antiga (e sempre nova) rima.




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