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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

Novo Amor (Para o bebezinho mais lindo desse mundo)

Tão pequeno,

tão lindo,

tão cheio de vida!

És o frescor da manhã,

és a vida que se renova.

Árvores, céu, pessoas,

até mesmo coisas bobas do dia a dia,

tudo, absolutamente tudo,

se reveste agora de uma aura diferente,

de um sentimento de completude.

Teu sorriso é puro amor,

é pura magia;

alegria que não se explica.

Tu és a próxima geração,

a semente de um novo tempo,

mas também,

– lembra-te, meu bem –

és elo, és depositário de histórias,

de ensinamentos,

de canções

e, acima de tudo,

do nosso inteiro amor.




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