Resisti por resistir, por vontade de viver um pouco mais e apenas isso. Não houve epifania, entrega, súplica ou qualquer tipo de consolo. Silêncio e medo, como companheiras, e a teimosia, claudicante, única.
Eu sinto que, de certa forma, destruo tudo aquilo que toco. A solidão, ausente por um breve período, retorna ainda mais forte. O mesmo silêncio; a mesma falta de sentido; tudo insípido e desesperante. A noite é longa e sem mistérios. Caio no sono, um sono sem sonhos.
Comentários
Postar um comentário