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Ver demais

Veredas tropicais: palmeiras, samambaias, musgo delicado, esmeraldas e muita selva e seiva entre nós. Ver-te todo dia, ver-te nunca mais. Verdades escondidas, vertentes do querer. Veraneio, praia e sol. Um verdejar tardio: agitação sobre a copa das árvores, chuva intempestiva e o verde dos teus olhos ainda em mim.

“Ó sombra fútil chamada gente!”

Não faço falta a ninguém. Aliás, ninguém faz! Todas as coisas se sucedem e, um dia, terminam. Querer ser mais do que se é não passa de pura imaturidade. Nada mais fútil do que ter sonhos de grandeza e glória. Nada mais cômico do que aqueles que dizem que encontraram, após muita investigação e esforço, a sua missão neste mundo. Nada mais inútil e sem sentido do que querer ensinar aos outros qual é o verdadeiro sentido da vida. Ninguém sabe de nada. Estamos todos na mesma situação, tateando no escuro, perdidos, à procura de um interruptor qualquer.



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