Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de janeiro, 2022

Postagem em destaque

Pedestal

Forjada no olhar, do querer impaciente: estátua de mármore, fria, dura, gente. Moldada pra durar, pra caber no sonho, no desejo de alguém. Sem nome, sem lugar, apenas serva das vontades. Um riacho sereno, flores ao redor de tanta incompreensão, do férreo escrutínio alheio. E o tempo, imperioso, faz da matéria inerte corpo consciente, e da água contida, vida sem corrente. Não há mais represas ou moldes, altares, pedestais ou roteiros. Só o mover-se, contínuo, livre, sem medo.

Randomicidade

Compondo versos

A Estrada da Desolação

Janeiro

Compartilhe:

Sugestões para você

Carregando…