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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Os lírios do campo já murcharam...

Tropeço na noção de tempo
e me esparramo na relva molhada;
contemplo nuvens de glórias passageiras
até mergulhar num céu azul-piscina.
Volto aos tempos de criança.
Há uma toca de coelho no meu jardim;
faço-me de explorador e, audacioso,
encontro Beatriz e Virgílio pelo caminho.
Hipopótamo, anos, séculos, eras…
Tudo retorna para o mesmo ponto,
para a mesma singularidade.
A vertigem finalmente passa,
descerro os olhos:
nuvens, céu azul, infinito.


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