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Ígnea

Ígnea, era o seu nome. Nunca soube o porquê disso: não havia nela excesso, nem voz elevada, nem gestos. Cresceu no silêncio. Falava pouco, não por desdém, mas por cuidado. Diziam que era fria, quando, na verdade, era apenas alguém que se resguardava. Por fora, tudo era contido, ordenado, quase imóvel. Seu nome lhe parecia um erro, um equívoco sem graça, desses que ninguém mais corrige porque já passou tempo demais. Mas havia noites, raras, quase imperceptíveis, em que algo nela se movia. Um pensamento insistente, uma lembrança fugidia, um desejo sem forma. Nada que virasse incêndio. Apenas um brilho curto, íntimo, suficiente para lembrar que até a matéria mais quieta guarda, em segredo, o seu fogo.

Lastro

O Sagrado e o Profano

A Morte da Arte!?

Moralis

Chronos

Cachoeira

La Vie En Rose

Alfarrábio

Vicissitudes

Desvanecer

Sublimação

Poeira das Estrelas

Criticidade, sim; cretinice, não!

Finitude

Demagogia, eu não quero uma pra viver!

Passado

Da Coita de Amor ao Big Freeze

Ciclo Vital

Assaz, assaz, assaz... (Palavra esquecida)

Insônia... Insânia...

Ruínas

O Vento da Mudança

Incomunicabilidade

As marcas do Tempo

Noite vazia

Divergente

Sonambulismo

Fugacidade

Manifesto

Mistério e Magia

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