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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Sanidade

Ei-la, exsudando feminilidade,
bem à minha frente.
Outra vez, não me faço de rogado;
ébrio de prazer, levo-a ao delírio.

Não procuro extrair da vida algum sentido,
muito menos perco tempo com homens-sepultura;
contento-me com o fugidio momento,
com o etílico prazer de uma noite em boa companhia.

Não tenho mais idade para me aborrecer à toa.
Não quero estar com quem não ousa.
Cala-te! Beija-me!
A ilusão nos persegue por todos os lugares;
no alvor da manhã, rasgamos o véu da loucura.




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