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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

O que os versos não contam

Se queres me conhecer, leia meus versos. Bem, você não me conhecerá realmente assim, mas terá pelo menos uma visão difusa do que sou. Do que sou e do que não sou, mas isso pouco importa. O que importa mesmo é que nada mais será como antes; tudo muda, lentamente, ao longo dos anos.

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Muitas vezes, ficamos presos ao passado, remoendo ressentimentos e fracassos. Outras, nos acorrentamos a um futuro cheio de sucessos e terrores que quase nunca se concretizam. Neste ponto, dizer qual é a melhor forma de se viver é fácil e absolutamente desnecessário. O difícil é passar do entendimento à ação e, principalmente, continuar de pé em meio a um redemoinho de pressa, agitação e insensatez que tenta, a cada instante, nos destruir.

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