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Mostrando postagens de agosto, 2014

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Pedestal

Forjada no olhar, do querer impaciente: estátua de mármore, fria, dura, gente. Moldada pra durar, pra caber no sonho, no desejo de alguém. Sem nome, sem lugar, apenas serva das vontades. Um riacho sereno, flores ao redor de tanta incompreensão, do férreo escrutínio alheio. E o tempo, imperioso, faz da matéria inerte corpo consciente, e da água contida, vida sem corrente. Não há mais represas ou moldes, altares, pedestais ou roteiros. Só o mover-se, contínuo, livre, sem medo.

Pátria amada, Brasil!

Devaneando

Coração fecundo

Passagem

Destino

Rósea Flor

Vida, reflexo e aparência

Fobofobia (Medo de se ter medo)

Identidade

Aurea Mediocritas

Ressignificar

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