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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Identidade

Poeta, filósofo, astronauta,
um artista no palco da vida;
eu sou uma nota fora da pauta,
e de Deus a imagem distorcida.

Sou alguém que tem tudo e tudo falta;
um profeta na cidade vendida.
Sou um forte guerreiro que exalta
a dor a cada nova ferida.

De tanto buscar nem sei mais quem sou;
o destino depressa se desfaz,
mal chega a fortuna vem a desdita:

Esta vida é mesmo louca e bendita!
Ser ou não ser – agora tanto faz...
       Eis-me aqui, Vida, desfrutar-te eu vou!




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