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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Pátria amada, Brasil!

Lábaro, o que ostentas estrelado?
O que diz o verde-louro de tua flâmula?
Onde está a paz? Cadê o progresso?

Glórias de um passado fictício,
lembranças de um tempo esquecido,
esperança agonizante de um futuro incerto;
estará tudo definitivamente perdido?

Democracia, palavra deturpada e enxovalhada,
que necessita urgentemente de uma ressignificação
para se tornar, enfim,
um sonho intenso, um raio vívido,
capaz de despertar esplendidamente o colossal infante
de seu sono entristecido.


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