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Pedestal

Forjada no olhar, do querer impaciente: estátua de mármore, fria, dura, gente. Moldada pra durar, pra caber no sonho, no desejo de alguém. Sem nome, sem lugar, apenas serva das vontades. Um riacho sereno, flores ao redor de tanta incompreensão, do férreo escrutínio alheio. E o tempo, imperioso, faz da matéria inerte corpo consciente, e da água contida, vida sem corrente. Não há mais represas ou moldes, altares, pedestais ou roteiros. Só o mover-se, contínuo, livre, sem medo.

composição poética

Sereníssima

Aquarela

Saudade

Ciclos

Nadificação

Sanidade

A Possuída

Pathos

Poema para quem tem pressa:

Rosas... Violetas... Tão azuis...

Mar de Incertezas

Cicatrizes

Tardança

Roda da Fortuna

Fortuito

Eu e outras quimeras

Ela

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