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Imperativo

Tudo o que eu quero é me dispersar pela vastidão do tempo e do fenecer; como nuvem, sem forma, estar acima, à deriva, e, embaixo, em cada gesto; despejar-me pelos telhados carcomidos, escorrer pelas sarjetas e bueiros e infiltrar o solo áspero, duro, insensível, até desaparecer.

Ócio de Verão

O Fim

Novo Amor (Para o bebezinho mais lindo desse mundo)

Petrichor

Passo a passo

A Busca

Vislumbre

Poesia Indie

Primavera

A Ilusão da Permanência

Força vital

desleixo

Sobre as evanescentes convicções

Imperiosa vontade

Maternidade

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