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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

escolhas

Andarilho

percepções

7 a 1, escalação e outros pormenores

releitura camoniana 1

releitura camoniana 2

pé ante pé

confissão

travessia

em busca do poema perfeito

Bilhete

Prisioneiro do Acaso

Veredas do Abismo

brasilidade

Roma

Miscelânea corporal

Aleatoriedade

Mente

Conhecer alguém...

Passione

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