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Pedestal

Forjada no olhar, do querer impaciente: estátua de mármore, fria, dura, gente. Moldada pra durar, pra caber no sonho, no desejo de alguém. Sem nome, sem lugar, apenas serva das vontades. Um riacho sereno, flores ao redor de tanta incompreensão, do férreo escrutínio alheio. E o tempo, imperioso, faz da matéria inerte corpo consciente, e da água contida, vida sem corrente. Não há mais represas ou moldes, altares, pedestais ou roteiros. Só o mover-se, contínuo, livre, sem medo.

ciclo

Ego

Sonho de Ícaro

escolhas

Andarilho

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releitura camoniana 1

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travessia

em busca do poema perfeito

Bilhete

Prisioneiro do Acaso

Veredas do Abismo

brasilidade

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Miscelânea corporal

Aleatoriedade

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