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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

Brilho distante...

Políticas do tédio

Vórtice

Nada de novo no front

Descrição

forever young...

“Foram coisas assim que o deixaram desse jeito”

Amanhã

Divinos Prados

fluorescência

Texto & Texturas

Fome

A Arte da Escrita

Releitura

Vestígios do Entardecer

Mulher

composição poética

Sereníssima

Aquarela

Saudade

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