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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Divinos Prados

(À Adélia Prado)


Quero sentir na alma toda a bagagem dos teus versos

e estar contigo na praça da pacata cidade

e correr doidivanamente pelos quintais

e sentir o cheiro de café na cozinha

com o coração disparado

a faca no peito

no conforto do velho lar

entre familiares e amigos

Na cadeira de balanço em que repousas

ao som de latidos e ave-marias

crianças chorando exigentes

gargalhadas e outros causos

fractais do cotidiano

reverberações poéticas




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