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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

forever young...

Eu não viverei eternamente,
por isso quero tocar o seu coração hoje,
com intensidade, de uma forma real,
verdadeira, única.
Não pretendo ser aquilo que você sonha,
mas aquilo que você precisa,
estando ao seu lado hoje, amanhã,
até quando for possível.
Muito menos quero ser mais do que sou,
simplesmente desejo me fazer presente,
ouvindo e sentindo,
pulsando junto com você,
sempre, sempre e sempre.



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