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Imperativo

Tudo o que eu quero é me dispersar pela vastidão do tempo e do fenecer; como nuvem, sem forma, estar acima, à deriva, e, embaixo, em cada gesto; despejar-me pelos telhados carcomidos, escorrer pelas sarjetas e bueiros e infiltrar o solo áspero, duro, insensível, até desaparecer.

Terno, eterno olhar...

Brasil do amanhã que nunca chega (Paródia)

Relativismo

Oceano das Ilusões

Vida

O Frontispício

A arte necessária

O Outono das Lamentações

O aspecto geracional

Quem mexeu no meu queijo!

Dogmatismo

Uma vela no escuro

Sintonia

A Náusea

Recordações

O Encontro

Abrigo

Volúpia (Estuans interius)

Confronto

Gnosis

Na solidão claustrofóbica

O Andarilho e a sua Sombra

Uma busca infinita

Pés na Estrada

Estado latente

Ojeriza

Ignaro Brasil

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