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Imperativo

Tudo o que eu quero é me dispersar pela vastidão do tempo e do fenecer; como nuvem, sem forma, estar acima, à deriva, e, embaixo, em cada gesto; despejar-me pelos telhados carcomidos, escorrer pelas sarjetas e bueiros e infiltrar o solo áspero, duro, insensível, até desaparecer.

Brilho eterno de uma mente sem lembranças

A Princesa e o Plebeu

Rock and roll

Renúncia

Luísa no século XXI

À Florbela Espanca

Vertigo

Os Miseráveis

Se arrependimento matasse...

Letargia

A Insondável Profundidade do Ser

Transfiguração

A nossa vã filosofia

O Simulacro da Vida

O degelo do Tempo

Os bons costumes morreram... de anemia.

Monarca

Liberdade

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