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Imperativo

Tudo o que eu quero é me dispersar pela vastidão do tempo e do fenecer; como nuvem, sem forma, estar acima, à deriva, e, embaixo, em cada gesto; despejar-me pelos telhados carcomidos, escorrer pelas sarjetas e bueiros e infiltrar o solo áspero, duro, insensível, até desaparecer.

Memória, uma infiel guardiã do passado

Em tua companhia

Dolce far niente

Vanitas vanitatum

Palimpsesto

Algures

Théos

Fino Amor

Iridescentes Devaneios

Infelicidade

Hipótese temerária

Fogo na Alma

A Ilusão do Self

Desiderato

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