Existencialismo

Existo, logo penso:
Sou o fruto dos meus atos!
– O que me define é aquilo que faço.
Tenho a liberdade de viver como quero,
de decidir sobre o que é certo ou errado.
A única coisa que respeito
é a minha própria consciência,
esta, sim, suprema, digna, sagrada.

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