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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Racionalização

O poeta morreu...
Morreu de tanta solidão.
Desistiu de amar...
E, por isso, hoje não quer mais cantar;
o seu canto perdeu a emoção.
Ele vive agora contando dinheiro,
buscando o melhor negócio,
a barganha perfeita, o lucro fácil;
tornou-se o homem da lógica e da razão.
Não há mais espaços para o sonho,
é tudo frio, calculado...
Ele só se esqueceu de que, na vida,
o amor não tem preço não.


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