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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Escrevendo a própria história

Por entre flores e espinhos, seguimos o nosso caminho, quase sempre tão mergulhados na ânsia de completarmos o nosso itinerário e recebermos deste modo as glórias que são devidas àqueles que se esforçaram para conquistar a tão almejada vitória, que acabamos nos esquecendo de algo fundamental: vencer é importante, mas não é tudo. Devemos também aproveitar e desfrutar de cada passo deste longo caminho, desta longa jornada, que é a vida. Os passos muitas vezes justificam toda uma jornada. Do que nos valerá os louros da vitória se nos esquecermos de colher as flores que margeiam a nossa existência, se deixarmos de aproveitar os bons momentos junto daqueles que amamos, se só o que fizermos for buscar o nosso próprio interesse, nos lamentando por causa de “uma pedra no meio do caminho”. Na vida sempre haverá o sofrimento, e diante da dor há duas opções possíveis: amargurar-se, julgando-se vítima das circunstâncias; ou crescer, buscando aprender da vida o seu verdadeiro sentido. O que fazemos hoje terá um impacto decisivo no que nos tornaremos amanhã.



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