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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Acordes dissonantes

Duvido muito que um dia conseguirei olhar para o mundo e ver o que você vê: brilho, cores, encanto; serei sempre um cético, um desconfiado, alguém que percebe o vazio contínuo que nos espreita. Eu sei que os meus questionamentos me deixaram de mãos vazias, com o coração seco, como um ser olhando para a vacuidade de todas as coisas… Às vezes, confesso, quero ser o que sou, ser aquilo que serei, ser algo belo e sublime, ser simplesmente e, depois, não ser mais nada. Talvez a incoerência e a inconstância sejam, de fato, os meus principais atributos, porque ainda procuro um sentido em meio a uma total falta de sentido, porque vislumbro, na cacofonia da vida, uma augusta sinfonia.



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