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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

Equinócio de outono

Que as folhas amarelecidas da mágoa deixem de pesar sobre você. Permita-se! Desapegue-se! Neste início de um novo ciclo, priorize apenas o que realmente importa para a sua vida. Descubra aquilo que você quer. Seja aquilo que você pode ser e seja melhor do que você já foi. Não há muito o que se fazer com relação aos erros já cometidos — o que passou, passou —, mas podemos evitá-los, não repeti-los, tentando trilhar um caminho totalmente diferente daqui para frente: um caminho de liberdade e paz interior. Respire fundo. Acalme-se. Viva, apenas viva.



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