Tabuletas de argila, pergaminhos esquecidos, códices medievais, livros impressos, eis um mundo redescoberto. Jornais, revistas, panfletos; uma profusão de palavras e significados. Bits e bytes, blogs e redes – acesso instantâneo; o leitor transubstanciado em autor, uma democracia conturbada. – Como cansa tudo isso! Ah, os clássicos, um acesso ao passado, uma luz para o futuro.
Autor: Fulvio Denofre