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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Agradecimento

Você me fez enxergar aquilo que eu não conseguia mais ver, me mostrou todas as estrelas do céu;
você me fez rememorar coisas que já tinha esquecido, coisas que ficaram abandonadas em caixas empoeiradas nos porões do meu coração;
você veio para destruir as bases arcaicas de uma vida desprovida de sentimento;
você veio, perdoe-me a expressão, com a força de um furacão,
arrebentou cercas, derrubou muros,
e, por isso mesmo, muito me ensinou.

Aprendi a fazer poemas com as minhas dores, com os meus sofrimentos;
edifiquei castelos com as pedras do meu caminho;
consertei pontes, refiz aquedutos, pavimentei estradas rumo ao desconhecido eu.
Tudo isso, no fundo, uma homenagem a você, um hino à vida, um modo de seguir em frente, um jeitinho meu de fazer com que você se eternize.


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