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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Um poema quase autobiográfico

Eu tenho um olhar triste,

vago, ensimesmado;

converso demais comigo mesmo,

e às vezes acho até que sou invisível.

Tenho um carinho exagerado por pessoas prediletas,

o que resulta em pouquíssimos amigos,

nenhum amor.

Vivo em um mundo com muitas idealizações,

mas estas só me fazem sofrer ainda mais.

Serenei com o tempo,

descobri lacunas na razão,

padeci em silêncio.

Escrevo versos para não transbordar,

para dizer tudo o que sinto

e não sinto.

Vento, brisa leve da manhã,

sopra sobre mim.



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