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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

A um querido amigo

Gosto tanto de você que até me dói, me dói no coração não tê-lo conhecido antes, me dói saber que tudo isso é passageiro, que um dia não terei mais você aqui comigo. Saiba que há ternura e muito afeto por trás de toda essa sua melancolia. Quereria ser um arauto da felicidade para lhe abrir as portas de tudo o que você sonhou, mas nunca teve. No entanto, só posso mesmo lhe dar, neste momento, aquilo que me agita por dentro: o meu carinho, a minha atenção, a minha consideração, a minha amizade, o meu amor. É tudo fugidio, eu sei, mas é o que tenho. O tempo apagará todas as marcas, todos os vestígios; gerações futuras nunca saberão da nossa existência, da nossa amizade, muito menos terão conhecimento sobre quais eram as nossas verdadeiras preocupações. Não restará mais nada, e isso será tudo. Mesmo assim, lhe escrevo estas palavras com o frágil intuito de que algo permaneça, se não no porvir, ao menos agora em seu coração.


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