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O Pomo de Ouro

Páris devia dar o seu palpite, e acabar com a contenda celestial: “Seria Hera, Atena ou Afrodite, qual teria uma beleza sem igual?” Cada deusa fez a Páris uma oferta: Hera lhe daria império e glória; Atena, a mais alta sabedoria; Afrodite, o amor da mais bela mortal. Aos encantos do poder, Páris resistiu, como também aos do conhecimento, mas o amor era um convite especial. Afrodite ganhou o pomo dourado. Por Helena, Páris foi muito amado. Porém, eu não contarei aqui o final.

Escravo do desejo

Estou preso a uma coleira, a teus pés;
sou um escravo do meu desejo por ti.
A tua indiferença me consome
e, ao mesmo tempo, me atrai.
Vivo me afastando e voltando,
odiando e querendo.
Anseio pela liberdade,
mas sou cativo da tua atenção,
do teu carinho, do teu descaso.
Sou guiado por uma vontade cega;
não consigo não desejar o que desejo.
Minha submissão é covarde e ridícula;
se fosse mais forte, lutaria,
escalaria os montes da minha vontade,
limparia os meus pés na soleira da mansão do desencanto.
Ah, se tudo fosse diferente,
se eu pudesse não desejar mais nada…


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