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Entre poemas e cafés

Alguns poemas não amadurecem no papel: resistem. Alguns cafés só se tornam o que são por escolha. Entre uma xícara e outra, entre o rascunho e a versão definitiva, algo repousa, decanta, perde corpo, ganha aroma — fruto do tempo acumulado, do lento devaneio e de escassas garantias. Um grão agridoce torrado e moído, um verso limado e medido, uma vida coada e revista. O manuscrito incompleto, o café já frio e algo que não se explica.

Sonambulismo

Fugacidade

Manifesto

Mistério e Magia

Navegar

O Inverno da Alma

Terno, eterno olhar...

Brasil do amanhã que nunca chega (Paródia)

Relativismo

Oceano das Ilusões

Vida

O Frontispício

A arte necessária

O Outono das Lamentações

O aspecto geracional

Quem mexeu no meu queijo!

Dogmatismo

Uma vela no escuro

Sintonia

A Náusea

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